COCO
O consumo de óleo de coco é recomendado, para esses quadros de epilepsias resistentes, por levarem a cetogênese (geração corpos cetônicos). Além de ser uma fonte alternativa de energia para o cérebro, essa cetonas parecem ativar proteínas especiais que ajudam na manutenção e reparação dos neurônios.
O resultado é que a lipólise foi tão evidente como quando se está em jejum: a primeira reserva corporal a ser rapidamente requisitada para produzir energia é a de gorduras.
Os ácidos graxos de cadeia média quando ingeridos, vão diretamente para o fígado, onde são utilizados em uma via metabólica (beta oxidação) para produzirem energia (ATP).
Além disso, a pesquisa publicada no Journal of Toxicology and Environmental Health mostrou que a injeção do mesmo ácido graxo em ratos do sexo masculino teve como resultado uma diminuição do consumo de alimentos, e, consequentemente, a perda de peso nesses animais.
O óleo de coco também é muito eficaz na redução das gorduras abdominais. Um estudo realizado com 40 mulheres, todas com a famosa ‘’barriguinha’’, que ingeriram 30 mL do óleo ao longo de 12 semanas, mostrou que elas reduziram suas medidas de circunferência abdominal e também o Índice de Massa Corporal (IMC).
Um experimento parecido com os homens obesos, 20 no total, que também ingeriram os 30 mL do óleo mas só durante 4 semanas, fez eles perderem 2,86 cm de cintura.
E por último, o óleo de coco é um alimento termogênico: eleva a temperatura corporal e acelera o metabolismo como um todo. Seu consumo pode trazer muitos benefícios para as pessoas que possuem hipotireoidismo, pois a escassez do hormônio tiroxina deixa o metabolismo demasiadamente lento e leva ao ganho de peso.
2) O óleo de coco é benéfico para o coração
As gorduras presentes no óleo diminuem o nível de colesterol ruim (LDL), que é um fator de risco para as doenças cardíacas, e elevam o de colesterol bom (HDL).
Pesquisadores brasileiros investigaram o efeito do óleo de coco no perfil lipídico de indivíduos com dislipidemia (excesso de lipídeos ou lipoproteínas no sangue). 16 homens e 16 mulheres, com idade média de 48 anos, receberam uma suplementação de 30 mL de óleo de coco na dieta, todos os dias, por um período de 3 meses.
Os resultados revelaram que o óleo de coco promoveu reduções de peso (consequentemente também do IMC), da relação abdômen-quadril, da medida da circunferência abdominal, dos níveis de triglicérides, VLDL (lipoproteína de muito baixa densidade) e LDL além de aumentar, de forma mais sutil, os níveis de HDL.
3) O consumo de óleo de coco é ótimo para pessoas com o diabetes do tipo 2
O óleo de coco é por natureza um alimento de baixo índice glicêmico (sua digestão libera menos açúcar na corrente sanguínea).
No processo de digestão, todo alimento sofre diversas reações químicas para ser convertido em glicose. A glicose vai para o sangue, estimulando o pâncreas a liberar insulina. A insulina se liga então a um receptor celular de modo a sinalizar que a célula capte a glicose para o seu interior, a fim de metabolizá-la para gerar moléculas de ATP.
O diabetes do tipo 2 acontece devido a um quadro de resistência à insulina, isto é, as células do organismo não “reconhecem” mais essa sinalização hormonal para se captar glicose, que fica em excesso e sem ser aproveitada na corrente sanguínea.
Nosso corpo, como efeito rebote a essa grande quantidade de açúcar no sangue, produz ainda mais insulina, forçando ao máximo o pâncreas, que pode até entrar em colapso e deixar de produzir o hormônio, definitivamente.
Ao ingerimos o óleo de coco, nosso corpo se vale da degradação dos seus ácidos graxos saturados para produzir energia e para isto não é necessário a presença da insulina. Dessa maneira, o pâncreas não se sobrecarrega para produzir o hormônio, o que é um efeito muito benéfico para os portadores desse tipo de diabetes.
Um outro ponto interessante é que esse tipo de diabetes está fortemente associado a obesidade, e, como já vimos, o óleo de coco é benéfico também para a perda de peso.
4) O óleo de coco é uma boa fonte de energia para o seu treino
Conforme dito anteriormente, após ser ingerido, o óleo de coco é rapidamente digerido e convertido em energia. Muitos triatletas o utilizam durante seus treinamentos.
Dica: misture o óleo de coco com semente de chia e mel, uma colher de sopa de cada, e consuma 30 minutos antes de realizar a sua atividade física.
5) O óleo de coco pode ajudar no combate ao câncer
As células cancerígenas são extremamente dependentes de glicose para produzirem energia. Com a ingestão de óleo de coco, seus ácidos graxos são convertidos a corpos cetônicos e as células tumorais não conseguem metabolizá-los para gerar ATP e sem energia qualquer célula morre.
Um outro benefício do óleo de coco – sua atividade antimicrobiana – pode ajudar na prevenção do câncer de estômago. Os ácidos graxos de cadeia média conseguem matar a bactéria Helycobacter pylori, um importante fator de risco para o surgimento deste tipo de câncer.
6) O óleo de coco pode ser um aliado no tratamento do Alzheimer
O cérebro é um órgão que necessita de um grande aporte de energia para o seu devido funcionamento. Como já vimos, a metabolização dos ácidos graxos de cadeia média leva produção dos corpos cetônicos, e estes são combustíveis facilmente usados pelo cérebro porque não há a necessidade da presença da insulina para o aproveitamento dos mesmos.
Uma pesquisa revelou que o nosso cérebro é capaz de criar a própria insulina para poder metabolizar a glicose e gerar energia. O óleo de coco pode ajudar os pacientes com Alzheimer justamente porque o cérebro deles perdem essa capacidade e assim, as cetonas produzidas pela ingestão do óleo de coco passam a ser um fonte de energia para os neurônios.
7) O óleo de coco pode ser um suporte importante contra a epilepsia
O óleo de coco ajuda a reduzir a quantidade e a intensidade de ataques epiléticos. Diversas pesquisas mostram que dietas cetogênicas (pobre em carboidratos) reduzem a quantidade e a intensidade dos ataques apiléticos, sobretudo em crianças que não respondem a terapêutica convencional.
Um exemplo é o estudo feito com 145 crianças epiléticas pelo Institute of Child Health and Great Ormond, que mostrou que uma dieta cetogênica ameniza os sintomas da doença. As crianças com epilepsia tinham entre 2 e 16 anos, não respondiam aos medicamentos convencionais e até então nunca haviam feito uma dieta de tal tipo.
Os resultados foram animadores: houve uma redução da média de convulsões no grupo teste (que recebeu a dieta) comparada com o grupo controle. Enquanto o grupo teste apresentou uma média de 62% de convulsões, o controle teve 136,9%.
Em outra pesquisa semelhante, mas com 14 crianças, aproximadamente metade delas não tiveram crises e uma teve redução em 90% dos ataques.
O consumo de óleo de coco é recomendado, para esses quadros de epilepsias resistentes, por levarem a cetogênese (geração corpos cetônicos).
Além de ser uma fonte alternativa de energia para o cérebro, essa cetonas parecem ativar proteínas especiais que ajudam na manutenção e reparação dos neurônios.
8) O óleo de coco tem propriedades antimicrobianas
Muitas pesquisas comprovam o potencial antimicrobiano dos ácidos graxos saturados de cadeia média do óleo de coco: eles são excelentes contra bactérias, fungos, e vírus.
Um estudo feito pelo Laboratório de Pesquisa em Tratamento de Feridas investigou o efeito de três extratos de óleo de coco, sendo um deles industrializado e dois artesanais, sobre 14 tipos de micro-organismos.
Os 3 tipos de extratos exibiram seu efeito antimicrobiano contra a bactéria Staphylococcus aureus. Já paras as bactérias Sthaphylococcus epidermidis e Enterobacter clocae somente os óleos de coco artesanais foram efetivos.
Outra pesquisa avaliou a ação do extrato de óleo de coco virgem e do já conhecido fluconazol contra várias espécies de fungos do gênero Candida. A conclusão foi positiva para a atividade antifúngica tanto do óleo como do fluconazol e o estudo ainda diz que o óleo de coco é uma alternativa de tratamento para as infecções fúngicas que não respondem a terapêutica usual.
Existe ainda um estudo cujas análises preliminares revelaram que o óleo de coco pode ajudar a diminuir a carga viral em pacientes portadores do vírus da Aids. Contudo mais pesquisas são necessárias para dar o devido suporte a essa afirmação.
9) O óleo de coco é bom hidratante para a pele e os cabelos
Além de auxiliar no tratamento de algumas doenças de pele, como a dermatite, a psoríase e o eczema, o óleo de coco é ótimo para fazer massagens em todos os tipos de pele. A vitamina E presente no óleo ajuda a hidratá-la (uma boa notícia para aqueles com pele seca).
E, a princípio, não existem relatos de problemas quanto ao seu uso na pele. Um outro benefício é que ele retarda a ocorrência da flacidez e das rugas que acompanham o envelhecimento.
O óleo de coco é muito usado na Índia para o tratamento capilar. Ele proporciona brilho e estimula o crescimento dos cabelos. Ajuda também a reduzir a perda de proteínas dos fios. Não é à toa que é encontrado em muitas fórmulas de cremes e condicionadores.
O óleo de coco normalmente é aplicado diretamente nos cabelos. Massagear o couro cabeludo como o óleo, previne o surgimento de piolhos e caspas.
Para que serve o óleo de coco?
Além dos variados benefícios para a saúde que veremos adiante, o óleo de coco é um ingrediente de muitos pratos da culinária, bem como de muitos produtos cosméticos.
Pode ser um substituto do óleo de cozinha convencional para as frituras. A pipoca preparada com o óleo de coco tem um sabor muito especial.
Existem muitos produtos cosméticos à base de óleo de coco: produtos de banho, para o cabelo, maquiagens, cremes de barbear, bronzeadores e outros tantos produtos para e pele. Ele é uma fonte de vitamina E, que tem um grande poder hidratante.
Muitos estudos relatam seu uso como matéria-prima para a produção de biodiesel.
Alguns compostos derivados do óleo de coco podem atuar como herbicidas.
Quais as propriedades do óleo de coco?
Apesar de ser um alimento rico em gordura do tipo saturada, estudos têm comprovado seus inúmeros benefícios para a saúde.
O óleo de coco é composto majoritariamente por ácidos graxos saturados, a maioria de cadeia média: ácido láurico (cerca de 40%), ácido cáprico, ácido caprílico, ácido mirístico e ácido palmítico.
No nosso organismo, o ácido láurico é convertido em monolaurina, e ambos têm como exemplo uma ação antimicrobiana, assim como os demais ácidos graxos saturados.
Possui também os ácidos graxos insaturados: o ácido linoleico (ou ainda ômega 6, que reduz os níveis de LDL e aumenta os de HDL) e o ácido oleico (ou ainda ômega 9, que reduz os níveis de LDL).
Os polifenóis, como o ácido gálico, são responsáveis pelo sabor e aroma do óleo de coco. O óleo de coco virgem, por exemplo, é rico em polifenóis. O óleo de coco também é fonte de vitaminas do tipo E e K, e o mineral ferro.
Atenção:
Algumas pessoas são alérgicas ao óleo de coco e portanto não podem consumi-lo.
A quantidade de óleo de coco que é segura para o consumo humano ainda não foi estabelecida. Sempre devemos nos atentar à máxima que “a diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Por isso, evitar exageros no consumo do óleo de coco, bem como de qualquer tipo alimento, é fundamental.
Para obter todos os benefícios do óleo de coco, consuma em quantidades moderadas e use a criatividade para inseri-lo na sua alimentação preparando pratos saborosos.
DICA:Para Emagrecer
Se você já tentou emagrecer, sabe que não é nada fácil e também provavelmente já tentou diversas dietas e alimentos que não deram certo. Bom, para você, de uma vez por todas, acabar com suas pesquisas e tentativas, nessa página nós vamos listar o principal tipo de óleo que ajuda a perder peso.
No entanto, antes de você saber mais sobre esse óleo, é muito importante que você esteja com o mindset correto e que você saiba o que está fazendo. Ou seja, recomendamos fortemente que ao começar consumir o óleo, tenha em mente que você não vai emagrecer da noite para o dia. Outra coisa que você deve fazer é se esforçar para cumprir seus objetivos.
Não adianta nada você começar a tomar um óleo vegetal para emagrecer, se você continua se alimentando mal e não faz nenhum tipo de exercício físico.
É muito importante que você comece, aos poucos mudar sua alimentação, troque o refrigerante por suco, o comum pelo integral, o salgado frito por uma fruta… e por aí vai.
E se você realmente quer perder muito peso, você também vai precisar sair do sedentarismo, fazer exercícios regularmente.
Enfim, o Óleo para Emagrecer
O Óleo que nós mais indicamos para você emagrecer é o Óleo de Coco, pois a sua composição ajuda a aumentar a saciedade, assim você vai sentir menos vontade de comer ao longo do dia, caso consuma pela manhã.


